segunda-feira, 6 de junho de 2011

London, UK

Cheguei. E a cidade me recebeu com frio e chuva, acho que prá não dar muito tempo de sentir saudade de Santo André - brincadeirinha, óbvio.

Após um voo relativamente tranquilo, com poucas e leves turbulências em suas 10 horas de duração, a primeira impressão, no aeroporto de Heathrow, é de que a pouca quantidade de gente trabalhando na imigração (polícia federal, no Brasil) é a mesma. Tive que enfrentar uma fila de 1 hora até ser atendido.

Isso depois de 10 horas de voo e um tempo mínimo de sono, mesmo com a ajudinha de um comprimidozinho. Aliás, bastou e tomar o comprimido e me preparar pra dormir...fui fazer aquele xixi básico pra não ter que interromper o sono. Bastou em começar os trabalhos que tocou a campainha e o comandante do avião pediu a todos, passageiros e tripulação, que se amarrassem nas cadeiras e apertassem o sinto por causa de uma zona de turbulência. No meu caso, sequer foi preciso avisar pois como estava em uma poltrona quase no final da aeronave, usei o banheiro do fundo que começou a jogar pra tudo quanto era lado. Tive que cortar o xixi pela metade e voltar para o meu lugar. Sorte que durou pouco tempo.

Porém, o mais engraçado da viagem ainda estaria por vir. Após uma hora na fila para carimbar o passaporte, ao ser entrevistado pelo oficial da Imigração, ele ficou um tanto desconfiado por eu responder, em inglês, todas as perguntas. Chegou a balbuciar algo como "para quê você quer estudar inglês? Está entendendo tudo!". Como se responder a questões básicas fosse o suficiente. Mas, aproveitei e inflamei o ego, rs.

Aliás, em Heathrow mais histórias estavam por vir. ahahahaha

Bagagem

Detonaram a alça da minha mala. Tive que preencher um formulário e somente no Brasil, segundo a funcionária que me atendeu, a TAM vai providenciar o reparo. Vamos ver...

Aliás, a mesma moça que me atendeu na reclamação sobre a mala quebrada deu uma dica sobre comprar um chip de celular local, da marca tal, que serviria em qualquer aparelho, nem bem cheguei no sagão e já comprei um, que, é claro, não funcionou. Eu ainda pensei que talvez não funcionasse em um aparelho do Brasil, mas, como a moça disse que sim...vamos ver se é apenas questão de configuração ou vou morrer com 20 libras, mesmo...

O meu amigo grego

Para quem não sabe, cipriota é quem nasce na ilha de Chipre, do ladinho da Grécia (acho até que pertence ao país, mas, não vou arriscar um palpite). Bom, o fato é que o motorista que veio me buscar é cipriota, o Lois. E para saber como ela fala, basta assistir ao filme "Casamento Grego" e terá a exata noção do que eu estou falando.

Simpatissíssimo, viemos conversando sobre muitas coisas e, claro, futebol (virei fã do cara pois ele acha o Robinho um babaca, kkkkkkk).

Mas, voltando, ele estava me esperando no Terminal 1 do aeroporto, onde, aliás, eu desembarquei. Só que como nos meus documentos dizia que eu desembarcaria no Terminal 5, liguei pra ele passando esta informação. Mas...jornalista....resolvei checar com uns caras que trabalham no aeroporto e...bingo. Descobri que tinha dado informação errada para o grego.

Liguei novamente, mas, ele não parava de falar, com um sotaque carregadíssimo mesmo após 45 vivendo em Londres. No fim, conseguimos nos entender e aqui estou.

Ah! Para encerrar sobre Heathrow. Nos cantinhos onde os fumantes podem sacear o vício não tem cinzeiros, bituqueiras, caixas de areia ou qualquer lata de lixo para jogarem as bitucas. No Brasil, tem, rs.

Bom, a partir de amanhã, tem mais.

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